Transcrição automática do palco Plenária Tecnologia & Inovação, no evento Fórum E-Commerce Brasil 2026. Janela (Brasília): 15:00 até 15:30. Palestra provável nesse horário (agenda oficial, pode ter atrasado): Jornada de Implementação de IA na ALLOS Nota editorial: material captado ao vivo pela redação do iMasters no evento (mesmo grupo, acesso oficial ao conteúdo dos palcos). A transcrição é automática — nomes próprios, números, siglas e citações podem conter erro de reconhecimento; confirme em fonte independente antes de afirmar. NÃO atribua falas a palestrante específico a partir deste material. Transcrição: Temos que descobrir um projeto de IA. Ah, se vocês tiverem, se vocês responderem agora, já aparece na tela o resultado. Que tipo de indicador a sua empresa usa para acompanhar iniciativas de IA? Se vocês puderem responder, eu agradeço muito, porque facilita a nossa dinâmica. Eu comentei um comentário desde ontem, comentei hoje de manhã. Essa apresentação agora que vocês vão ver, para mim, Temos uma das apresentações mais importantes, junto com a apresentação da Renner, uma apresentação que a gente vai ter amanhã da Natura, uma apresentação que a gente vai ter amanhã também do Magalu, onde, numa iniciativa tão grande, tão transformacional, com uma olhagem negativa na surpresa, não adianta, não é aconselhado, não funciona a gente colocar uma frente dessa somente na mão de uma área, principalmente se fosse somente na área de TI. A área de TI e a área de negócios precisam trabalhar em conjunto. Infelizmente temos visto a própria forma possível. Os problemas que a gente tem encontrado, conversando com as empresas, né? E eu desculpe bater um papo por isso, o Luiz foi muito gentil. Vou chamar a Dani para vir junto e vocês vão ver, tanto o CEO da empresa, quanto a CEO da empresa, Temos convidados ao palco Daniela Manavara Santos, diretora financeira de relações do investidor de TALOS, com mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento financeiro, e a GASCATAI, atuou por mais de uma década com uma análise de CELSAI nas instituições como o IDESC, factual, aluno interpastado por empresas como o CHEL, é graduado em economia pela Universidade Federal de Janeiro e foi em direito de financiamento do NU. Muito obrigado por estar aqui. Pessoal, muito obrigado pela participação de vocês. Boa tarde, pessoal. Boa tarde. Isso aqui é uma situação imédica para mim, como você ator da aula, geralmente eu estou num foro com investidores, falando de finanças, mas daqui a pouco um ano eu vou ligar a desafio na aula também de assumir a área de tecnologia. É claro que eu vou falar para vocês aqui em português, a parte técnica vai estar aqui com o Luiz. Apenas o que eu vou apresentar aulas pra vocês, porque é tanto no fórum de e-commerce, acho bastante importante vocês entenderem o que está acontecendo com uma empresa que é o e-commerce físico. Quando a gente pensa num shopping CNT, qual é a definição de e-commerce, né? Você junta o vendedor com o consumidor, e o shopping nada mais é do que isso, no mundo físico, e cada vez mais a gente está acrescentando uma camada digital e a IA está nos ajudando cada vez mais. Eu vou apresentar pra vocês quem é a Ava hoje, tá? Então, nós somos a maior empresa administradora... Ah, tem que ir, né, Luiz? Descutei, tá? Acelerando. . Descobar o primeiro ano, seto minuto do dia, hoje, sempre a prática. Tive uma grande massa que era. Em todas as verduras do uso do uso contador e aqui além de de dentro, entre os correntes e arubar está na o trombote. De novo ensomando o próximo dia. TEMPORTA DE CURIO . Bom, pelo vídeo vocês puderam ver um pouco de quem é a AMOS. A gente hoje é a maior das ministradoras de choques do Brasil. Somos muito maiores do que a segunda colocada. E um pouco Todos os números que vocês viram no vídeo estão aqui na tela, tá? Nosso porticole hoje tem 51 shoppings, desses a gente tem participação em 45, o que significa que a gente administra shoppings de terceiros, a gente tem mais de 13 mil lojas espalhadas no Brasil inteiro, são 4,8 milhões de massas, incluindo os quiosques, 51 milhões de visitas todo mês, 51 milhões de visitantes únicos entrando nos nossos shoppings, Quase 2 milhões de metros quadrados administrados e 48 bilhões de filmes explotados. Por que Isso que importa, quando a gente fala em escala e a gente fala de números desse tamanho, se eu não tiver um banco de dados organizado e uma governança estabelecida dentro dos dados da companhia, como é que eu faço para monetizar esses dados, como é que eu faço para usar AI em cima de uma base de dados desorganizada? Então, dentro da AUS, a gente já vem fazendo o trabalho de enriquecimento de banco de dados e organização de todas essas informações, para que a gente possa usar isso no dia a dia e aumentar a velocidade e a rentabilidade da nossa empresa, fazendo com que a AUS seja cada vez mais diferenciada no setor de chocos. Se vocês olharem aqui, a gente está presente nos quatro cantos do Brasil, nas cinco regiões, e, para quem vive em São Paulo ou no Rio, o Brasil é bem mais do que vive em São Paulo. E a gente tem uma participação relevante nas principais capitais brasileiras, Temos um pouco de fórum com os principais fórums de cada uma dessas capitais. Então, quando a gente fala da nossa presença no norte do Brasil, vocês podem ver que a gente tem fórum tanto na Amazônia quanto em Belém. São quatro fórums e nós temos 43% do market share dessa região. E a região centro-oeste, por exemplo, a parte da produção agrícola, a gente tem 24% de market share nessa região com fórums que a gente tem por lá. E vocês podem ver que a gente tem uma presença relevante com março, Temos uma marca como a NB, a Cefonata é uma marca internacional que veio para o Brasil, começou a ser na região 2010 e espalhou a proposta do Pó de Pó de Péu. E nós temos um relacionamento muito próximo com os artistas. Então, apesar de a gente ter uma escala muito grande, nós somos um parceiro ideal para o varejo no Brasil. Por quê? Se ele quer uma nova marca, se ele quer expandir a presença dele pelo Brasil, ele tem que falar para aulas. Por quê? Termos comuns. Temos capaz de abrir 19 de várias lives em dois anos. A gente abriu 17 lojas já, desde esse intervalo de dois anos. Então só quem tem um português desse tamanho e bem condicionado tem essa capacidade. O que seria dar alta se a gente não tivesse dentro de casa um banco de dados organizado e as iniciativas GEA que vocês vão ver, Temos atingindo muito a conectarmos não só com os varejistas, mas também conhecer cada vez mais os nossos clientes e usar esse, por exemplo, na nossa empresa de mídia e alguns exemplos que a gente vai dar aqui. Eu vou passar a palavra então para o Luiz, que vai falar sobre os técnicos que vocês gostam, depois eu volto para uma parte mais forte aqui da apresentação. Pessoal, tentando traduzir um pouquinho disso das notas indicativas, eu queria dar um passo um pouco atrás, né? A gente conversar um pouquinho de como nós tomamos a decisão de... ...não se tornou nessa jornada. E isso começa a olhar o comportamento das empresas que adotam IA. Aqui tem um número bastante interessante, vocês podem ver, 95% das empresas que você escolhe IA, que não tem o IA provado, eu acho que esse número, até com alguns casos certes, eu acho que ele é até maior. E-15% dos pilotos de IAE não calam para a produção. 42% das empresas abandonaram essas iniciativas e só 5% realmente fazem valor real na utilização de projetos. Quando a gente olha o ponto de adoção de IAE e olha para as pessoas que estão tendo esse tipo de experiência, a gente também percebe qual é o caminho para isso. Não é só querer adotar IA, é querer discutir outras disciplinas que são necessárias para a gente poder organizar. A grande situação é muito a questão de dados, organizados, confiáveis, governados, mas também tem uma relação de como você conecta as iniciativas com as metas e estratégias da companhia. Outro ponto que a gente também não pode esquecer, que nada de anjo eu dar uma super ferramenta na mão das pessoas. Se eu não disser para elas como elas devem usar, se eu der educação para elas, eu não vou alcançar aquele benefício do investimento. Mais que isso, eu também tenho que dizer para elas os limites do que pode fazer e do que não pode fazer. Outro ponto que a gente vai estar discutindo agora, e é muito relacionado ao tema também de Vibecom, É que o piloto, ele não se integra sozinho ao nosso legado, ao nosso RP, ao nosso CRM, ao nosso CRM e demais ferramentas. Tem um contexto de arquitetura muito importante. E um ponto que eu sempre reforço é que IAE não é a única solução, ele é a componente de uma solução. Outra discussão com relação ao custo, e nós temos alguns exemplos aqui para compartilhar com vocês como aprendizado do que é não gerenciar e não governar custos de todo. E por último, ressaltando novamente o tema de arquitetura e padrão. Eu estava acompanhando a palestra do colega anterior e vi vários pontos relacionados a não só a governança, mas com relação a componentes de desenvolvimento de arquitetura. Agora, vamos olhar um pouquinho para os casos mais conhecidos do mercado e ver o que eles nos ensinam. Não é uma questão de apontar ainda, é uma questão de aprendizado. No caso da Uber, muito conhecido, esgotou um 2x. No caso da Walmart, Pouping limitados. E eu ressalto pra vocês, eles não são lucros, tá? Existem várias empresas no mercado que estão praticando, e que por exemplo a Amazon praticou, gamificação. Gamificação no uso de Pouping. O indicador já foi bem avento, mas dizendo às pessoas que elas deveriam usar o máximo possível daquilo que tem disponível com tecnologia. Mas ninguém educou, ninguém de estrutura, ninguém tem sua arquitetura, ninguém tem noção em processos de estruturação e benefícios. E quando a gente fala de governança, não podemos esquecer a questão da política de uso. E a ausência da política, e reforço para vocês, política não é burocracia. Quando você usa bem, ela é via de valor. São os últimos, são bastante conhecidos, né? Pode-me continuar vazado. Informações de atos de reunião vazadas. O próprio Jiquiti teve uma série de vazamentos de informações dos nossos dados. McDonald's, e aqui tem um ponto de atenção, que não necessariamente alguém pode ter ocasionado uma situação como essa numa outra empresa, Primeiro, após o que o nosso governo, Nuno? Porque ele queria. Porque nós temos uma ferramenta, nós não capacitamos e nos acompanhamos como ele estava nós temos. Situações como essa pode acontecer em qualquer uma das nossas empresas aqui. Senão nós não tomamos o suficiente cuidado. Meta, em relação a dados, dados pessoais. Nós temos a SGPD, nós temos uma série de preocupações, Nós, ambos, temos informações dos nossos consumidores, temos programas de benefícios, Temos uma preocupação genuína com a informação de cada um de nós. Todos nós aqui somos construídos. Se a gente não tiver uma preocupação como essa da construção das condições que a gente entrega, a gente pode causar uma série de problemas, não só para a empresa, mas para as pessoas que usam aquela solução. E ainda uma página com relação ao iPhone. A gente tem vários exemplos hoje no mundo do iPhone, é sensacional. A gente já aplica lá, já temos casos que mostram o orquestrante de desenvolvimento de aplicação no iPhone, mas a gente precisa tomar alguns cuidados. E... existe uma tensão que a gente passou também, na tensão que passa ainda na tensão de novo, de confiança. Eu, como técnico, eu não tenho total confiança no Fórum. Nós estamos passando por isso nesse momento. Temos muitos desenvolvedores que não tem confiança naquilo que tem entregado. Porém, a gente pode ter uma série de benefícios. Testes concluídas com maior rapidez, menos tempo em tarefas fortaleiras, como inventar código, colocar informações com relação ao tempo de código, qual é a regra que ele está processando, Fazer testes básicos no código, etc. Então, isso veio de tempo. Assim como, em tempo maior, na evolução de projetos, a gente teve um caso lá, que a gente foi usar o vai do povo e a gente desenvolveu um projeto que era para outubro e, na parte da tarde, uma especificação bem feita, a gente já tinha, pelo menos, a aplicação rodando. Tinha uma série de instruções que não teve que ser feitas após isso. Mas eu vou dizer que 60, 50% da aplicação já estava de pronto. Mas o ganho para os usuários, Navegando já na aplicação, o tema é experiente, então tem diversos realistas. Nós vamos usar aqui um exemplo para vocês de como que nós, como Alus, já temos um benefício no uso do curso pelos nossos desenvolvedores. Temos que fazer um trabalho de tecnologia. Conectando com o papel de tecnologia, e aí tem uma discussão que a gente tem que ter todos os dias com os nossos filhos, que não existe uma concorrência nenhuma com relação a usar esse tipo de ferramenta com a TEN. Shadow IT, Shadow IA, etc., isso já faz parte do nosso dia e sempre fez. Nesse momento o papel de tecnologia tem que mudar. O papel de tecnologia para poder habilitar o uso e apoiar o uso é uma ótica muito diferente. É uma ótica de olhar do ponto de vista de uma liderança estratégica, olhando a inovação e mercado econômico, Conectando as dores da companhia. Buscar eficiência e valor no resultado de cada investimento. Conectar as iniciativas de IAEI com as estratégias e projetos estratégicos da companhia. Eventos básicos. Quantas coisas eu posso resolver com IAEI e acelerar a reforma tributária no meu dia a dia? Vários benefícios. Temos que orientar as pessoas em resultado prático. Não é chegar para a área de negócios e, meio como xerife, determinar que é para baixar a aplicação ou que eles estão fazendo errado. Não, é ajudar a área de ter ver o que está acontecendo e qual é o caminho correto para ela poder construir. Luís, se eu quiser fazer um comentário... Temos que tomar muito cuidado com a jornada de governança. Você tem que criar uma governança em que você tenha uma porta de entrada única. Porque quando você fala que você está lançando projetos de IA, A empresa inteira quer fazer. Todo mundo diz que tem demanda, que quer entrar. Como é que você filtra? Aí a gente começa a montar os projetos com os maiores retornos, vão estar primeiro na fila. A gente vai medindo de 3 em 3 meses dessa evolução para saber se o uso está correto. E a gente gruda os desenvolvedores juntos com essas caras para que eles aprendam a trabalhar corretamente a ferramenta. Porque se não acontece os exemplos que o Luiz falou. Você queima o toque muito rápido e você não chega no resultado. O outro ponto que a gente fez foi tornar as áreas responsáveis pelo custo. A gente não tem um orçamento inteligente. Cada área vai ser responsável pelo orçamento de quanto que vai consumir. A gente só o que lida a licença e aí ele vai ter que dar resultado de cima disso. Ele vai ter que provar para a área financeira que está trazendo economia de custo, que está trazendo linhas de trabalho, Temos que terá um pouco de trabalho para melhorar a qualidade de vida daqueles funcionários que podem passar mais tempo, Temos estratégias que tem, mas operacionais, mas é o acalmador. Eles estão responsáveis, não só para o orçamento, mas para o comprovar para a área financeira que eles estão conseguindo trazer retorno com as ferramentas que eles estão seguindo. Até que o que eu encarou na frente, muito interessante essa experiência. Quando o Microsoft soltou o Copaio, todo mundo queria. Quando o Globo soltou o Coror, todo mundo queria. Quando nós trouxemos uma dinâmica de responsabilizar a área e discutir o mundo com ela, olha, custa tanto que eu não acento, a nossa sugestão, conversando com a Drops, é que você consuma X e pouco, mensal, etc. Nós vamos retar isso para o usuário, a fatura vai chegar e nós vamos transferir para o usuário. Algumas áreas lheam um passo atrás e falaram, não, peraí, eu não estou preparado para isso. Deixa eu ver como é que as outras áreas vão se desenvolver. Hoje nós estamos com aproximadamente 100 usuários operando nesse Fórum. Nós estamos acompanhando. Grande parte desses usuários são os filhos de tecnologia, que já travem benefícios de desenvolvimento, né, como você sabe como. E a outra parte disso são as áreas de negócio que já estão operando. E aí um fato bastante interessante é que eles criaram um apellido para os outros, que se chama Claudinho. Ontra eu estava trabalhando aqui na Vila Olímpia, e eu comecei a ir com a Claudinho pela cá, com a Claudinho pela lá, e eu falei, Claudinho, eles são muitos funcionários. Não, era galera referenciando o que eles estavam desenvolvendo. E eu achei muito interessante a troca que eles estavam fazendo entre eles. Um descobriu uma forma, contava para o outro, o outro também praticava de áreas completamente diferentes. Existe uma responsabilidade nossa de apoiar esse processo, mas quando a gente percebe que o usuário se atropia disso e começa a ver resultado no dia a dia, é algo bastante interessante. O nosso workflow também que conecta isso, os investimentos, e a companhia está fazendo o resultado. Temos um cuidado do que a gente espera pra ver. E aí eu queria só conectar vocês com essa questão da baratona. Não uma sprint, não uma corrida de 100 metros. Isso aqui é uma jornada. E nessa jornada a gente precisa tomar certos cuidados. E aí como que nós, como ALUS, percebemos isso? O primeiro ponto foi POC, experimentação, acompanhada. Acompanhar o usuário, como a Dani falou, estar do lado, tirar dúvidas, estar disponível. Apoiar no desenvolvimento daquela porta, entender o contexto, ter diferentes pessoas apoiando esse sentido. Mudar a postura do tipo de cybersegurança como via privador. Não deixando de amigo da segurança, não deixando de amigo da governança, mas pensando nisso como via privador, junto a área de negócios. Política de Governança. Se você não tinha... Com a política prática do uso de IA, você não vai conseguir dizer para o seu usuário qual é o limite que ele pode chegar. Se não existe limite, ele pode ir de seu trabalho. Homo alocação de ferramentas. Traz isso para a tecnologia, mas como apoiador, então no TICMARK, tem uma série de iniciativas. Temos que fazer uma coisa que não necessariamente vai usar as mesmas ferramentas que tipo de projetos, tipo de CI, tipo de RITMES, tipo de RITMES. Entra nesse contexto. Aprenda de coragem do negócio. Naveda de coragem do disco. Volta na porta. Experimenta. Avalia ele e o seu corpo de formação. Cria os patinentes necessários. Temos que ajudar a área a criar um caminho útil. Priorização. Nesse exato momento nós estamos criando um modelo de priorizar a iniciativa de IA em toda a companhia. Isso envolve metodologia, coisas que a gente aplica para projetos há muito tempo. Ninguém tem vento na roda. Existem métodos, modelos e processos que já não servem. Olha para isso e utiliza isso para ajudar a emprego a organizar a priorização. Nós vamos ser acionados, como somos para todas as demais iniciativas, com uma série de demandas que é muito maior que nós capazes. Priorização é a chave. Conexão com a estratégia da companhia é a chave. E quando você falar de priorização e acompanhamento, tenta buscar valor mensurado. CIPIs que realmente se entregam a algum tipo de resultado. E aí só um exemplo pra vocês, como a gente trata a questão da governança, Temos que conectar com a política, com a privacidade e demais questões de cybersegurança. Primeiro, nós fizemos um inventário de uso de inteligência artificial na companhia. Nós fomos entender qual é o nosso risco. Não é só o risco de vazamentos, exposição de marcas, é qual é o nosso risco na aplicação da IAE. Baseado nisso, nós definimos a nossa política de uso de inteligência artificial. Através de um grupo multidisciplinar que envolve eu, a Dani, que envolve a diretora jurídica, que envolve a FPO, que envolve o cara de ciber, o cara de dados. E lá nós discutimos como nós vamos tratar cada uma das situações que envolve governança de dados, governança de um mundo real. Os assuntos são trazidos para a mesa e são discutidos com bastante oportunidade. Existem decisões que é não. Existem decisões que é sim. Existem decisões que a gente precisa de mais informação. Isso é um processo natural. Ninguém esta contra a inovação, nós não estamos contra a organização. Outro ponto é cuidar bem dos fornecedores. Cada dia nasce uma nova solução de IA dentro das ferramentas. Se você não tiver um processo que cuida do fornecedor, faz uma análise de cibersegurança nesse fornecedor, e mais que isso, tenha critérios bem claros da sua relação jurídica com esse fornecedor, você pode estar colocando aqui em frente nisso. Cultura de dados, como a Dani já falou, a gente já tem um processo de governança de dados dentro, atuante, e muito relacionado à privacidade. E aí, falando um pouquinho, o que a gente colocou para todos os nossos times? É o Part-Check, está disponível. Mas não só isso. Nós também liberamos o uso do Prussell, hoje a gente tem mais de 70 desenvolvedores operando o Prussell, e quase 100 usuários operando o que nós temos dentro do Grosso. Temos também um processo de trabalho. Muito intenso de governança de dados apoiado pelo Databricks. E trazendo isso aqui um pouquinho para o page, né, como que era o nosso dado antes da governança, né? Filos, legados, distribuídos antes da fusão. Cada área com a sua prioridade, com o seu indicador, achando que aquele indicador era certo. Muita dependente da SPS para que IADESH. IA parava na porta, o ESC alava, o Dados dos Balazones para isso, e nada documentado. Qual o caminho que nós fomos? Como nós construímos isso ao longo de dois anos? Temos um detalhe de algo que a gente falou no começo. A aula surgiu de dois M&As dentro do setor de shopping. Então, a gente é resultado de duas grandes fusões. Então, vocês imaginam os sistemas legados que a gente teve que lidar, a integração desses sistemas e o trabalho para unificar esses bancos mudados. Temos um pouco do desafio que ele está falando e a questão do aculturamento também, as pessoas, a gente não quer estimular só o uso de IA, a gente quer também que eles entendam a responsabilidade que você tem quando você usa uma ferramenta. Achar que a ferramenta não está sendo usada é ignorar o problema que a gente vai viver com Shadow Ea. Então a gente vem tentando reduzir Shadow Ea com um uso homologado e tentando cada vez mais dizer para as pessoas que, Se houver um vazamento, se houver um problema, vai haver apuração e a não cabelos também. Nesse ponto que a Cadena citou com relação a se enganar é muito interessante. Eu participei de algumas discussões com o setor público e o setor privado. E uma dessas discussões, no encontro, no final de semana, o setor privado, com todo o respeito, defendia muito o doente. Temos que fazer isso. Temos que bloquear e bloquear, dizer que está bloqueado é se enganar. Porque o nosso usuário vai pegar o luz positivo dele pessoal e vai fazer aquela mesma atividade que antes que estão impedindo eles de fazer dentro da companhia. Isso conecta de novo com a questão de educação, com a questão de ser política, com a questão de dizer para as pessoas com clareza o porquê que nós estamos fazendo isso, o que nós estamos protegendo. Nós estamos protegendo a empresa, nós estamos protegendo as pessoas, nós estamos nos protegendo, protegendo os nossos lojistas, os nossos consumidores. Trazer isso para o dia a dia para a cultura da empresa. E responsabilizar as pessoas naquilo que nós estamos disponibilizando como uso. E voltando um pouquinho para esse contexto da governança, como que a gente fez essa transformação? Temos um processo de transformação, um bom entrate do Tecnication, tudo que a gente passou no processo de governança de dados, com fórum de discussão de quem era o dono do Ciclidão.