Transcrição automática do palco Plenária Tecnologia & Inovação, no evento Fórum E-Commerce Brasil 2026. Janela (Brasília): 15:30 até 16:00. Palestra provável nesse horário (agenda oficial, pode ter atrasado): Agentic Commerce: Como a IA Está Redefinindo a Orquestração de Ads, Performance e Autonomia no Varejo Nota editorial: material captado ao vivo pela redação do iMasters no evento (mesmo grupo, acesso oficial ao conteúdo dos palcos). A transcrição é automática — nomes próprios, números, siglas e citações podem conter erro de reconhecimento; confirme em fonte independente antes de afirmar. NÃO atribua falas a palestrante específico a partir deste material. Transcrição: Temos um pouco de dados, isso é tudo que vocês já sabem. A transformação sem terra de dados documentados não é qualquer coisa. Mas, nisso, usar da IA conversacional para entregar Dash, é um grande saldo. A gente discutiu muito isso, mas acaba com esse negócio de ficar desenvolvendo Dash. Sabe que eu, Adanis, e mais de 28 anos, reduzimos a expectativa de desenvolvimento da CIDESH na companhia. E as pessoas tiveram que aprender a usar o ferramentos que estavam ali disponíveis. E já era possível ser utilizado. Tirar a questão de fila técnica para desenvolvimento de novas demandas de dados, sair da pote e tirar a alucinação, Reduzir a dependência da documentação orgânica e transformar isso em documentação real. Sem base de conhecimento, ninguém se faz. E aí a gente chega aqui numa discussão. Investir, todo mundo no mercado, começou a desenvolver seus orquestradores, e a gente pensou, vamos pro mercado, vamos comprar uma plataforma ou vamos desenvolver? E foi esses quatro fatores que mudaram o nosso caminho. Eficiência e não dependência de fornecedores externos, governança total com base naquilo que a gente aplica como política, escalabilidade dentro da nossa operação e autonomia daquilo que a gente ia colocar como LLM plugada nesse orquestrador. E nasce a gênia. A GMEA nada mais é do que um processo de um front conectado com o back-end. Aqui eu tenho meu sistema no R&P, o MANDE, o sistema das armos, e aqui eu tenho todo o processo de orquestração juntamente com os agentes. IA, País de atendimento, Benício, Benício, de benefícios. Marcos Júnior, agilidade. Alan, catalogista, LIA. A LIA é a primeira de três versões da LIA do jurídico. Dan, o Vice e muitos outros que estão sendo desenvolvidos. Com o apoio das áreas de negócios, com a ideia das áreas de negócios, mas orquestrada dentro de uma plataforma que está dentro da nossa instituição. Cursor, conseguimos de forma eficiente ter um resultado de retorno de 10 milhões e não foi reduzido o time. Foi aumentando a quantidade de pontos, qualidade de entrega, documentação para o mesmo tempo. E ao manter minha capacidade, melhorei a qualidade, aumentei a velocidade usando o custo. TEMPORTE E o que a gente aprende nessa nossa jornada? Que governança está baseada em política, está baseada em letramento, está baseado em dados governados, está baseado no seguro. Poc, errou, corrige rápido, passa para trás, acerta, vai novamente. Buscar um valor mensurável da entrega. Não escalar sem controle. Se você não tem controle sobre aquilo que você está desenvolvendo, para. Passa para trás. Discute com a área. Traz ela para o jogo. Explica o contexto. Explica o risco. Traz eles juntos nessa iniciativa. A meta é de todos, o benefício é de todos. Não existe aqui um departamento contra o outro, é juntos. ...para trazer alguns casos para vocês reais. Afinal de contas, o que o que o Pou está fazendo, né? A gente tem que medir o retorno, tem que entender se o IA realmente pode reduzir custos e gerar mais receitas. Então vamos lá, quais são os pontos aqui? Primeira coisa, para a gente fazer todas essas iniciativas de IA, o que a gente tem que ter? A gente tem que estabelecer um bem, então, isso é prática comum em qualquer processo de integração, Temos que ter um ponto zero para onde vou medir o resultado. Segundo, eu estou fazendo a TIA para quê? Eu vou fazer sem vinho de custo ou eu vou aumentar a receita? Geralmente é muito mais fácil você pensar em redução de custo, porque principalmente quando você pensa em áreas que têm trabalhos repetidos, como é o TSP, você consegue colocar ferramenta de AI com muito mais precisão, velocidade e redução de retrabalho. Então, acho que a primeira parte que vai mais rápido é redução de custo, mas eu acho que a gente tem um desafio maior, Como é que eu gero receitas através de inteligência artificial? E a gente está aprendendo, tá? Acho que um dos recados aqui é que a gente troca ideias com outras empresas, de outros setores, procura entender o que todo mundo está fazendo, porque eu acho que a indústria do IA está avançando muito rápido, as empresas ainda estão engatinhando, mas a gente tem que fazer com cautela também, com os pontos que o Luiz levantou, tá? Mas, em que ele falava as verdades, tem que investir pequeno pra entender o retorno e aí sim pensar na escalabilidade. E até um exemplo que a gente deu dentro de caso, por exemplo, a marketing estava usando umas ferramentas específicas, homologadas por TI, mas que usava de vez em quando. Então, se eu não tiver aquela ferramenta de marketing guardada dentro dos nossos bancos de dados, quando eu for fazer uma nova campanha, Como é que eu vou saber qual foi o impacto que ela deu no cliente final? Como é que eu vou saber qual foi o retorno para que eu Temos um começo de mesmos dia. Então, a Gênero, essa plataforma que o Luiz falou, é uma das formas de a gente guardar o conhecimento dentro de casa e, cada vez que eu vou fazer uma nova iniciativa, eu já tenho esse conhecimento guardado. E, no final, já se conta o que a gente quer, a gente quer retorno. Então, como eu falei, para cada uma das iniciativas, de três em três meses, a gente vai emitindo o retorno. Temos que fazer um trabalho de trabalho, seja ele em ganho de tempo, seja ele em menos de trabalho, que também é ganho de tempo, ou melhora de qualidade para a equipe que pode focar em decisão estratégica. Aqui é um exemplo bem claro. A gente processa um volume entre 12 mil e 15 mil notas fiscais por mês. E tinha um trabalho manual muito pesado em cima disso. Quando a gente tem trabalho manual, é normal o humano digitou um número errado, errou o campo, isso faz com que a esteira volte, o processo para, o pagamento atrasa, isso tudo gera custos de trabalho para vender a empresa. Então, qual é a solução? O objetivo é você conseguir ler a nota fiscal muito mais rápido, usar a inteligência artificial para entender se é uma nota fiscal de serviços, se é uma nota fiscal de produtos, se é uma natureza diferente e reduzir o trabalho manual. Então quando a gente olha aqui para o que a gente conseguiu, tá? 98% de índice de acerto com a IA já no IPC, ou seja, já nas primeiras tentativas que a gente fez, a gente já está com nível de acerto muito alto. A gente reduziu, em média, o input de dados de 2 a 3 minutos para cerca de 25 a 30 segundos. A gente já tem 90% das notas processadas de forma automática e a gente conseguiu reduzir o número de campos manuais de cerca de 1.500 para 700 campos. Então, esse é um tipo de ganho, que é um ganho muito rápido e é um uso muito simples de IIs que traz benefício imediato. E por que não conectar com os benefícios imediatos? Você estimula a equipe E você consegue mostrar que dá resultado e você ganha empatia, você ganha suporte para continuar com os projetos de IA e de aplicar. E vamos lá, a gente tem mais cases aqui que a gente veio fazendo. Primeiro atendimento do exercício, aqui é um caso do Chope em Pijuca, tá? Isso aqui é bote mesmo de atendimento. A gente está economizando 3,5 milhões de reais por ano. O Max Jr., o Luiz já falou aqui, ele é basicamente, substitui o trabalho de dois agilistas, ele coordena as nossas escoites dentro de casa. A gente tem aqui a LIA, né, que é a emílio jurídico. Nós já temos 70 mil contratos de serviços cadastrados dentro da LIA, mas a verdadeira revolução da LIA vai ser quando a gente tombar os contratos de dois alugueles. Lembra que a gente falou que nós temos 13 mil logísticas? Ou seja, eu tenho dentro de casa uma base de 13 mil contratos diferentes de aluguelos. Eu economizo muito com escritórios de advocacia, Temos um contrato para a EAA e pré-montar um contrato que eu só revisto. Então, essa é uma outra linha que a gente começou com esse ano, vai escalonar agora e é uma expectativa de retorno significativa para a gente. E aqui um dado que vocês, em Cômex, conhecem muito bem. Dado ou conhecimento do consumidor é dinheiro. Manifizar esse dado é um dos nossos objetivos, a gente já consegue manifizar dados de aplicados, a gente tem programas de identidade, nós somos uma empresa de mídia, Através dos dados do programa de fidelidade eu consigo vender audiência para entregas de mídia, eu sei quem é o consumidor que está frequentando o shopping, eu sei quando o público adolescente está fazendo o shopping, qual é o horário, qual é o corredor, qual é a tela digital que eu vou direcionar essa mídia. Então tudo que a gente está falando aqui sem valor e só reportando que a gente tem um apreço muito grande aqui, pelo cuidado com dados, então a gente, todas as regras aqui da LGTB, não usamos os dados de forma individual, Temos de forma agregada, mas acho que é difícil, esse dado de forma agregada vale muito tanto para o lojista quanto para a nossa empresa de mídia. Da eficiência à receita, onde a IA gera crescimento, então essa primeira fase, que é a fase da eficiência, a gente já construiu, e agora a gente está indo para essa fase da receita, como eu falei. Uma das ideias é realmente a gente conseguir monetizar mais dados, ter agentes de venda automático para vender esse dado por varejo. Vou dar um exemplo para vocês. Eu sou, por exemplo, um varejista da área de cosméticos. Eu conheço muito bem as minhas vendas, mas como é que está a venda do setor de cosméticos no Brasil inteiro, no portfólio da Águas? Esse dado ele não tem, mas eu consigo passar de forma agregada qual é o crescimento que esse setor está tendo dentro do meu portfólio e se, por acaso, esse varejista está tendo. Temos que estará crescendo mais ou menos. Esse dá-se valor para ele. Então, a gente está trabalhando nesse tipo de ferramenta para que a gente conquista essa habilidade. Uma outra ferramenta que não é rentabilidade por si, mas que traz um valor agregado muito grande para a aula, é dentro da área de E-LM. Nós somos uma empresa de capital aberto. Nós temos concorrentes que são empresas de capital aberto. Por que não usar todas as ferramentas de IA para aprofundar o conhecimento que eu tenho sobre os meus concorrentes, entender como é que foi o falso de resultado, baixar esse falso de resultado, cruzar com as possíveis perguntas e respostas que eu vou receber, isso tem valor para mim. Deduz o tempo que eu tenho em investir estudando o concorrente por um bom dia do caso e eu consigo passar mais tempo desenvolvendo esses cortes e esses tipos de IA, que eu acho que é para mostrar o futuro da companhia também. Vamos lá, o que os CTOs brasileiros estão fazendo e onde a ALU está, né? 43% das empresas tem cibersegurança como prioridade na área de IA e TI. A LLM hoje tem uma maturidade de ciber bem acima da média do setor. Eu posso afirmar que bem acima da média Olha a fonte da pesquisa dela. 43% tem IA e IA generativa como prioridade de toque, empatado aqui com segurança, tá? 48% dos executivos repostam o caso de produção tipo a gene, ou seja, já estão usando as próprias plataformas de inteligência artificial agêntica. E 81% mantém ou aumentam a área de TI. Foi exatamente o que o Luiz falou. Nós não estamos cortando em tempo. O que a gente ganhou com o curso foi conseguir agilidade, rapidez e um retorno maior no final das contas. Então vamos lá, pra onde que vamos? Três horizontes de evolução. Quer comentar um pouco desses três aqui, Luiz? É que tá mais pra você do que pra mim. A gente separou em três momentos nossa jornada de AI. A gente passou pela Fundação, que é muito relacionada a dado governado, E usar a gente como bem personal. Check! Temos passamos no com relação a integração com Backteams, WhatsApp e o Google Store. E muita questão de trazer uma gestão de FinOps, gestão de cursos de serviços de cloud, conectada com a LLM. O que eu ia fazer desde que caso, que eu ia usar isso como LLM. Na segunda fase, e a gente já está quase recebendo ela, é o desenvolvimento, e aí tem um conceito interessante. Agente versus assistente. O que nós estamos falando da Agênia é agente. O que eu estou conectando da Agênia com o País, com o Word, com o CTA, é os assistentes que vão operar dentro das áreas. Mas eu consigo conectar agentes e temas diferentes e fazer com que eles trabalhem a informação e ajudem a área de negócio. Aumentar canais, linguagem, muito mais buscar a linguagem natural para o usuário, para o processo dele de conexão com essa pessoa. Temos que fazer uma questão de tecnologia e também a questão de investimentos de REAG, de marketplace e outras operações. E apontando no próximo passo, que inclusive é entre o próximo TRI e o ano que vem, que é cada vez mais agentes autônomos, e quando eu estou falando autônomo, estou dizendo que ele vai ter a decisão por ele, mas autorizada por um humano. Temos um processo de workflow, visitar RPA e ver o que a gente pode melhorar esse RPA, e não é acelerar RPA, é transformar o processo do RPA num processo que gere e agrega o negócio. E cada vez mais desenvolver plataformas usando o ViPo para os nossos geolibros, logístas, para os nossos consumidores e para as nossas áreas de manhã. Temos que fazer um FTA do que colocar um agente E. Então, essa é outra reflexão que a gente faz nesse caso também. Vamos fechar aqui com um recado, né? Financeira e ideia tem que estar juntos, a gente tem que ter a mesma cabeça, senão você não consegue tirar as iniciativas do papel. Eficiência financia receita. Se eu estou ganhando eficiência, eu estou ganhando espaço no orçamento para conseguir investir mais em IA. É uma maratona, não é uma sprint, então a gente tem que ser fôssemos. A gente tem que ser paciente. O retorno leva de dois a quatro anos para acontecer. O CELÉBOL tem que saber disso, o CELÉBOL tem que saber disso e o Conselho tem que estar embarcado nisso. Governança antes de instalar. Se você está lá antes de ter governança, a chance de ser errada é grande. Comece-se-quem, aprenda rápido, erre rápido, conte-se e depois volte. O que a gente sabe é que a gente não tem a resposta certa. A gente tem as perguntas que a gente acredita serem as perguntas corretas. E vocês, né? Tem alguma pergunta? Exploramos um pouquinho no tempo aqui, mas esse ponto já dá um pouco diferente. O aprendizado que a gente leva é perguntar bastante, usar re-relacionamento, trocar com outras empresas, discutir o seu case, entender se você está tomando o caminho errado. Dá um passo para trás, acerta ele, vai de novo, aprende com ele, aprende com a decisão que você tomou. Se ela for assertiva, dá mais um passo para frente, mas cuidado com dar um passo muito grande. Vai testando, vai se perguntando, vai se questionando. Usa a todos da companhia, tem muito conhecimento. Você como tecnologia não é o dono da verdade com relação a tecnologia. Não se apaixone pela tecnologia, se apaixone pelo problema. Então, como... E não enorte o processo para encaixar na IA. Espegue um processo novo com a IA que vem disponível. Obrigado, pessoal. Eu tenho assim, uma... Pô pessoal, mas talvez um palmo um pouquinho mais forte pra eles, porque... né? Olá. Muito obrigado. Eu queria tirar uma duvidazinha, assim, aproveitar essa oportunidade, uma oportunidade muito interessante de Fórum Tecnologia, a CiaFou, e o resultado da tecnologia, pra falar sobre conflitos. Porque assim, se você defender do projeto, não é nem um projeto de TI, nem, mas se uma ataca conjunta entre os dois. Beleza. Mas imagina que de vez em quando existe um conflito sobre interesse e prioridade. Então, por exemplo, se acontece de você receber uma oportunidade técnica muito profissional, ou, mas talvez um retorno financeiro ainda não tão ainda incerto, como que você define esse supremo working? T.I., etc. Como é que é, senhora? Eu tenho muita sorte na gente. A CERCON se apaixonou por IAIS. A diretora jurídica se apaixonou por IAIS. E elas, na pessoa física, foram buscar a utilização. Foram buscar entender o contexto. Então, a minha discussão no dia a dia com a Dani, com a Paula, que era a nossa diretora jurídica, se tornou mais simples. Porque ela começou a entender um pouco das dores de tecnologia, do ponto de vista de governança, de segurança, das nossas preocupações. Mas a tecnologia também tem que tomar um cuidado para não se condicionar o do contra, o do passo para trás. Vamos ouvir, vamos discutir, vamos definir junto, vamos priorizar juntos. Tem uma série de demandas da mesa. Tem tecnologia para poder ajudar. Qual é o melhor caminho? Então, eu acho que, eu acho, não, tenho toda certeza que, em primeiro lugar, é o diálogo. Buscar o diálogo em 20 meses, sem tanto como se mais. Em segundo lugar é quem monta o melhor do que eu sei. Como tem a prova, eu vou aprovar o projeto, teoricamente, tem maior retorno primeiro, e depois vai passando a fila. Mas, existe um grupo de trabalho em que, de repente, eu tenho um projeto que vai demorar mais tempo, que o retorno é mais ou menos, talvez, mais incerto, mas vai revolucionar uma área da companhia. E nós, como financeiro, nós vamos numa área de suporte à companhia. E eu tenho que entender o que a operação está fazendo. Então, trazer a operação, trazendo essa discussão, é fundamental. Então, a gente criou esses outros trabalhos, existe um funil único dentro da empresa, como é que a gente vai desenvolver. Obviamente, eu tenho orçamento limitado, então eu vou trazer pra frente numa discussão que, se precisar, a gente vai levar até o CEO, pra ver como é que a gente vai priorizar. Em geral, a gente não precisa entrar em vento. A primeira coisa que a gente fez foi reduzir um pouco a ansiedade da companhia inteira, Disponibilizando o código de educação. Temos que trabalhar esses projetos mais complexos via gênero, que na minha opinião é uma produção mais inteligente, porque não é a área que vai escolher a área dele. Temos que montando a melhor plataforma que vai dar a melhor resposta do negócio. Temos que não tenha espaço, que vão começar, porque pode ter uma visão médica, ou no caso, para qualquer outro departamento. Temos só um ponto, é, o Fulil único nada mais é que uma metodologia de priorização que todos nós usamos dentro da existência. Deixar claro isso para as pessoas e empoderar as áreas no apoio à decisão daquilo que vai entrar nesse Fulil é parte da discussão. Temos todos cientes que existem capazes, que existem capazes de ir com relação ao nosso evento. E a gente tem responsabilidade nesse orçamento. Temos uma resposta, não está na cultura, então, desde o que pode ser. Essa conversa tem que ser muito transparente também, sem discussão, sem peso. Temos uma resposta. Temos uma resposta. Se tiver alguma pergunta, levanta a mão. Vamos aqui na frente. Olha lá! Oi pessoal, primeiro que isso aqui é uma cena linda, né? Tem muita gente emocionada aqui por esse nível de parceria, de um plano que a gente construiu. Sobre o marketplace de agentes, ali, você diria que é no-brainer para qualquer tipo de operação, olhando para grandes operações, ou tem determinadas instâncias que não é um caso de uma recomendação? Nós temos uma responsabilidade muito grande de conectar o físico e o digital. A questão de um marketplace pra gente, sim, é algo que a gente não está... A gente está buscando transformar isso todos os dias no nosso negócio. Mais que isso, como é que eu consigo entregar tecnologia e melhorar a experiência do meu consultão na conta? Coletando ele cada vez que o meu logístico está dentro do meu shopping. Estou respondendo para você, é indiscutível. Oi, tudo bem? Bom, primeiro parabéns. Também fiquei impressionado com a energia que vocês têm. Eu trabalho com o Cyber Segurança, em Caio Vem, a gente traz soluções para o Brasil, especificamente para várias empresas. E eu nunca vi um nível assim de sinergia entre TI e financeiro como vocês têm, então eu queria dar os parabéns. O nível de maturidade que vocês têm é realmente muito diferenciado. Parabéns. Obrigado. Temos o ombroco, a lote, stopy, nukle, subiame, seguimos, ale wybrano i tak samo. Tema, doutora, fala seu nome, levanta aqui assim pra gente ver. Olá pessoal, sou a Glaucia, parabéns a gente, né, que vocês compartilharam. Eu gostaria de saber como vocês priorizam as áreas que estão fazendo a limitação de agentes de IA. É feito um uniforme, um estudo, como que é feita a priorização internamente? Obrigada. As áreas vão preparar um estudo pra gente, trazer até a gente, o grupo de trabalho vai avaliar esses estudos, entender quais são os benefícios que a companhia vai ter com esses estudos, e a partir daí a gente filtra dentro de todos os projetos pra entrar na tela de produção. Muito relacionado, porque essa necessidade de um novo agente ou um assistente conectado a um agente pode ter uma necessidade de uma integração ainda não existente. Como eu falei no início, a arquitetura é básica. IA não é a solução, é parte da solução. Se eu tiver um estudo anterior, uma análise técnica, como eu atender essa demanda, eu posso dar uma solução para o negócio que não vai resolver a dor dele. Então, dar um passo para trás e construir e debater a arquitetura é o primeiro passo antes de atrizá-la, antes de priorizar. Exemplo prático, né? Como é que eu construo um CLM se ele não tiver integração com o CLM? Com todos os contratos do jurídico, em algum momento tem que ter integração com o CLM. Temos que eu dar um novo parque na guia, que é a plataforma jurídica, tem que pensar qual é a integração com o CNM. E aí eu tenho que trazer, se eu ficar ou do comercial, quando está o jurídico, para a mesma mesa para discutir. A gente acaba pegando em três dias, né? Luiz, Daniela, muito obrigado. Pessoal, soma de palmas. Obrigada por ter vindo. Muito obrigado. Luiz, eu queria fazer tão agradecimento especial a dois minutos da noite. Termos comuns, bolsando e marquinhos, querido, nada do que estamos falando aqui no vestirinho. Bom dia, uma de palmas então. É, né, chegando então, vamos fechar com chato de ouro, com penulte, Temos um dia completo no segundo dia, primeiro dia completo no fórum do Brasil. Agora, a gente fecha com outro tema de IA e-G, de IA e-G, de E-Commerce. E como a gente tem feito com vocês, tem uma testida aqui na tela, se vocês apontarem o celular, responderem, a gente vai vendo o resultado do Will Dyning. Tereza saber um pouco quanto autonomia você daria hoje para o MAIA para gerir o orçamento de mídia da empresa de vocês. Pessoal, é só apontar para a tela, vai ter duas perguntinhas, a próxima é só atualizar. E é muito importante que a maioria de vocês falem, por favor, vai ser bem legal, principalmente para a próxima palestra, para ajudar o palestinante a ter mais dados para ter contexto para ela, né, né. É isso, e a gente vem conversando bastante, mostrando o que é da Rêner, mostrando a Rê, e como que o Flávio está organizando lá na Rêner o processo de o agente da Rêner, a Rê, falar com o agente do cliente, Temos que ter um cliente, que é o consumidor. Então, a gente trouxe para vocês alguns casos, como eu falei no começo de ontem, né? Esse ano a gente conseguiu encontrar casos de empresas realmente trabalhando com a gente e-commerce. A gente viu o Flávio na rede, vamos ver o Caio agora na Magalô, amanhã ainda tem Natura e também Magalô, uma outra apresentação na Magalô, falando do caso. Sim. A gente falou do conceito de agente de coma e tem vários detalhes aqui do... A última delas é quando, provavelmente, a gente quer fazer a foto com você, inclusive eu consegui fazer minha provocação, hoje em volta sobre isso, com uma resposta sobre a entrevista. Já temos quase 100 amostras. Quase 100 pessoas respondendo, 38%, média, né? Autologia média, um ano aprova sempre, alta, com limites definidos. Interessante, né? Porque em mídia hoje, mídia digital, tanto no Facebook Ads, quanto no Rua, a gente consegue dar uma Temos uma certa autonomia, né, para usar a inteligência artificial. Total, ela tem que ir sozinha 4%, alguns mais aventureiros. Não existia em mídia e não daria nenhuma, né. Interessante. Temos pra cá, o alto estaria mais baixo, né. Aos poucos pouquinhos da tolerância. E agora, já tem gente responder na segunda? O segundo é o que mais se trava para dar essa autonomia à inteligência artificial? Então, 73 pessoas já responderam, quem me r